WARAT E A IDEIA DE LER
WARAT E A IDEIA DE LER Mais uma vez, aparecera aquela solidão que se espraiava à espreita, vendo, que, a qualquer momento, um outro céu, à guisa de Cortazar, surgisse. Warat dizia que era a mesma ideia que obsedava um filósofo. A mim, me parecia que era a mesma pergunta sobre o ato ler. O que é ler? Pescar, distraído ou atento, o que poderia esplender e iluminar a ideia que se buscava, ou, no esforço das tardes modorrentas, ir no encalço do que era preciso encontrar, mesmo enfrentando geleiras e desertos. São formas que se sucedem na labuta de viver o surpreendente. O Prazer do Texto de Barthes. Livro lacônico. Esparso. Propondo fragmentos que cada um pudesse encontrar, como se fora espelhos de uma galeria, em que se refulgisse e se encontrasse o próprio desafio. Foi a lição que apresentou. Do conhecido ao desconhecido ou do conhecido ao conhecido? Um livro repleto de fagulhas nos escuros profundos. Explicara o título. A fruição do texto não é ...